E aí estás tu. Num momento de diversão no qual não estou incluída.
Estás mesmo aí, mesmo à minha frente, perdido em gargalhadas e brincadeiras que se reflectem em cada acorde da guitarra que sempre te acompanha.
E, por meros instantes, eu entro no jogo: sorrio, rio-me mesmo como se não houvesse amanhã, sigo a guitarra e apodero-me do som que ela transmite... E então "afasto-me" de tudo, por momentos.
Olhas-me. Olhas-me numa fracção de milésimas de segundo, sempre disfarçadamente.
Olhar esse que se revela totalmente diferente daquele que demonstras a tudo o resto em teu redor.
É um olhar carinhoso...Transmite saudade e uma leve tristeza, assim me parece... Talvez porque é impossível receberes-me na tua presença sempre com esse mesmo olhar, que eu guardo na minha memória, e que retribuo da forma mais simples e discreta, mas de modo a que te apercebas o que o meu coração te quer dizer, sem o recurso da fala...
Apenas num simples olhar...
12/02/2009
02/02/2009
Tentativa falhada de um texto todo "pipi"
Eu tento ficar longe, eu tento esquecer... ( E olha que costumo ser boa nisso) Mas é tarde demais.
Há algo em ti... Algo que me prende, que não me deixa voltar atrás.
Quando o sol nasce... É apenas mais um dia que passo sem ti.
E é por isso que me custa tanto levantar da cama. Podia dizer que é mesmo porque tenho sempre um preguiça desgraçada, mas não. Abro os olhos e caio sempre na tentação de fechá-los outra vez. "Só mais 5 minutos", penso eu, ao enrolar-me outra vez nos cobertores mais antigos que eu sei lá. ( sim e depois? são quentes, fofinhos... gosto deles.)
Mas depois lá me arrasto para fora da cama, em direcção à casa de banho, onde realmente eu me mentalizo que " shit happens". ( esta foi mesmo estúpida ).
Enfim... Lá me consigo arranjar, como qualquer coisa à pressa e penso " hum, talvez já não consiga apanhar o autocarro", isto porque estou com o péssimo hábito de sair de casa mesmo quando o dito autocarro já deve estar a passar pela paragem onde eu, supostamente, deveria estar. - isto lembra-me alguém - e saio de casa sempre muito contente, ouvindo a minha música com o volume a modos de eu, daqui a 20 anos ( ou nem tanto), deixar de ouvir seja o que for, na ânsia de chegar à escola, entrar na sala de aula e ouvir falar da revolução francesa, (yeeey) intervalando com discussões entre gente mesquinha ( são todos muito amigos uns dos outros, obviamente) [ atura-se com cada merda... ] e acabando o dia com uma dose de teorias malucas de gente que adorava pensar em tudo e mais alguma coisa - coitados, não deviam ter mais nada para fazer. E vida social, zero.
É nestas alturas que me apetece comer Ciniminis e ouvir metal aos altos berros.
(Como sou feliz...)
Mas voltando à parte sentimental da coisa...
Pah... Amo-te, pode ser?
Há algo em ti... Algo que me prende, que não me deixa voltar atrás.
Quando o sol nasce... É apenas mais um dia que passo sem ti.
E é por isso que me custa tanto levantar da cama. Podia dizer que é mesmo porque tenho sempre um preguiça desgraçada, mas não. Abro os olhos e caio sempre na tentação de fechá-los outra vez. "Só mais 5 minutos", penso eu, ao enrolar-me outra vez nos cobertores mais antigos que eu sei lá. ( sim e depois? são quentes, fofinhos... gosto deles.)
Mas depois lá me arrasto para fora da cama, em direcção à casa de banho, onde realmente eu me mentalizo que " shit happens". ( esta foi mesmo estúpida ).
Enfim... Lá me consigo arranjar, como qualquer coisa à pressa e penso " hum, talvez já não consiga apanhar o autocarro", isto porque estou com o péssimo hábito de sair de casa mesmo quando o dito autocarro já deve estar a passar pela paragem onde eu, supostamente, deveria estar. - isto lembra-me alguém - e saio de casa sempre muito contente, ouvindo a minha música com o volume a modos de eu, daqui a 20 anos ( ou nem tanto), deixar de ouvir seja o que for, na ânsia de chegar à escola, entrar na sala de aula e ouvir falar da revolução francesa, (yeeey) intervalando com discussões entre gente mesquinha ( são todos muito amigos uns dos outros, obviamente) [ atura-se com cada merda... ] e acabando o dia com uma dose de teorias malucas de gente que adorava pensar em tudo e mais alguma coisa - coitados, não deviam ter mais nada para fazer. E vida social, zero.
É nestas alturas que me apetece comer Ciniminis e ouvir metal aos altos berros.
(Como sou feliz...)
Mas voltando à parte sentimental da coisa...
Pah... Amo-te, pode ser?
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