02/09/2012



Não sei como é que ela consegue...

Para a frente, para trás, para cima e para baixo. Um reboliço constante.
Olha em redor e mesmo assim... Nada. Um grande nada que a cerca.
Ela tenta fugir, chora desalmadamente. Procura abrigo. Pode ser um cantinho, não tem problema.
E puff! Surge um brilho. Uma luz que começa a brilhar, a ganhar intensidade.
É a segurança dela. O medo fugiu.